Os antigos egípcios utilizavam a argila como um
dos componentes no embalsamamento das múmias e para a preservação de
alimentos de origem animal. Na América, alguns grupos indígenas tinham
por tradição "enterrar" seus doentes, que eram colocados de corpo
inteiro, na posição vertical, dentro de um buraco cavado na terra.
Apenas a cabeça era deixada para o lado de fora, e o doente permanecia
assim, em contato com a terra, durante muitas horas. Esse tipo de
tratamento era aplicado aos doentes terminais, à beira da morte.
Argiloterapia é a técnica terapêutica das terapias naturais utilizada
desde a existência do ser humano. Hipócrates, Avicena, Averrois, Galeno
e outros preconizavam o uso da argila em suas práticas de cura. A
Argiloterapia consiste no uso tópico de compressas de silicato
minimizado, ou ainda a sua ingestão natural com água, para normalizar
uma determinada região do corpo inflamada. A argila ou o silicato
minimizado
Acredita-se que as suas propriedades homeostáticas são devidas às
trocas energéticas, iônicas e radiônicas exercidas pelos elétrons
livres, existentes nos minerais de sua composição, tais como: manganês,
magnésio, alumínio, ferro, sílica, titânio, cobre, zinco, cálcio,
fósforo, potássio, boro, selênio, lítio, níquel, sódio e outros. É
originária da decomposição do solo, por ações físico-químicas do
ambiente natural, no decorrer de diversos anos. Ao ser retirada do solo
para fins de uso corpóreo, alguns aspectos devem ser considerados: - ser
de um local inócuo, não retirar de terrenos úmidos, escolher a argila
com a coloração desejada, ater para a retirada da argila de uma
profundidade mínima de quatro metros.
A argila pode ser usada ao natural ou depurada, isto é, dissolver em
água potável, decantá-la e secá-la.
Como a terra cura :
Em contato com o corpo doente, a terra produz
certas alterações que promovem a cura. Conheça os principais efeitos
obtidos com a utilização desse tipo de terapêutica:
Troca de energia com a área afetada: quando aplicada externamente ou
quando ingerida, a argila é capaz de absorver a energia perniciosa
acumulada na área doente e transmitir sua energia de elevada qualidade
vital. Assim, uma compressa fria de argila alivia a região em que foi
aplicada e torna-se quente, pois absorve o calor da região doente. Nos
casos de tumores malignos, o aquecimento da compressa é intenso. Isso se
deve à passagem das energias malsãs do doente para a compressa, que
funciona como uma espécie de "mata-borrão" energético, ao mesmo tempo
que fornece energia de boa qualidade.
Equilíbrio térmico: o equilíbrio de temperatura ocorre graças ao efeito
dissipador de calor produzido pela compressa de argila fria. Esse efeito
é bem conhecido na hidroterapia.
Ação vitalizante: esse efeito é mais claro no uso interno da argila,
que fornece a sua carga energética ao organismo mesmo quando ingerida em
pequena quantidade, como em geral é recomendado. A ação neste caso é do
tipo "homeopático", pois torna o organismo mais saudável e dinâmico.
Ação anti-radiativa: a capacidade anti-radiativa da argila foi
recentemente descoberta, graças à observação de que objetos contaminados
por radiatividade, ao entrarem em contato com a lama, perdem a radiação
em pouco tempo. Embora não seja uma propriedade aceita por todos os
cientistas, sabemos que a argila tem a capacidade de absorver energias
estranhas ao organismo, como é o caso da radiação proveniente das
explosões nucleares que se precipita da atmosfera sobre o planeta.
Fonte:
www.acessa.com/viver/arquivo/ser_holistico