Magnetoterapia é a ciência que estuda e trata os desequilíbrios eletromagnéticos do corpo humano, auxiliando no tratamento de diversos distúrbios em nosso organismo.


"O magnetismo é uma força gravitacional emitida do centro do globo terrestre. Alguns físicos propõem que existe um gigantesco magneto permanente no centro da Terra ou uma corrente elétrica que é responsável pelo campo magnético da Terra, transformando-a num imenso imã, energia esta chamada de geomagnetismo, que atua sobre todos os seres vivos trazendo grandes benefícios para saúde."

(Magnetoterapia - pág. 37/1999).

Nosso planeta é regido por duas forças básica: gravitacional e magnética. A Terra funciona como um grande bloco de ímã, e a energia que recebe tem o nome de geomagnetismo, que atua de maneira benéfica sobre todos os seres vivos, com a função primordial de manter nossa saúde.Nascido na Índia, aperfeiçoado na china e exaustivamente pesquisado no Japão nos últimos 30 anos, o magnetismo tem a função ímpar de equilibrar as energias que se alteram com o desgaste da vida moderna.Estudos da Universidade de Osaka afirmam que a energia geomagnética se reduziu em 50% nos últimos quinhentos anos.

Com o aparecimento do concreto, do asfalto, dos calçados de borracha e de plástico, dos automóveis etc. perdemos o contato com a mãe Terra. O magnetismo e o organismo O corpo humano é composto de aproximadamente 65% de água. Grande parte dessa água é encontrada no sangue, e é através da circulação sangüínea que os glóbulos vermelhos levam oxigênio e nutrientes a todas as células do corpo. Um campo magnético, quando irradiado sobre corpo humano, vai atuar diretamente na unidade básica do organismo: a célula, que recebendo essa irradiação magnética, melhora seu poder de oxigenação. Oxigenada, é como se a célula recuperasse toda sua força original, melhorando o processo de irrigação sangüínea. Quando o corpo é mais irrigado pelo sangue, tem início um processo de limpeza e purificação, e as substâncias indesejáveis do organismo são dissolvidas pela dissociação eletrolítica, que evita depósitos metabólicos (excessos de colesterol, cálcio, uréia), eliminados pelas vias naturais, trazendo efeitos benéficos sobre doenças como arteriosclerose, gota e artrite. Com a oxigenação da água do organismo, cálculos renais também são lentamente eliminados, associando-se a isso a ingestão de bastante líquido. Neste processo de irrigação ocorre a vaso dilatação, que beneficiará e diminuirá as dificuldades decorrentes da má circulação, como varizes, hemorróidas, adormecimento ou esfriamento das extremidades.

Pesquisas realizadas no Japão e no Brasil confirmam que a aplicação constante do magnetismo no organismo, principalmente na região do pâncreas, provoca um aumento da produção de insulina, sendo portanto um importante elemento de ajuda no tratamento de diabetes (não insulino-dependentes).Outras pesquisas apontam que tecidos ósseos fraturados apresentam melhora de 20% a 40% quando submetidos a tratamentos de magnetos, reduzindo o tempo de consolidação. Quando aplicamos sobre o cérebro e medula espinhal, provoca melhora acentuada no aproveitamento do oxigênio pelos neurônios, evitando o estresse e contribuindo para maior vida útil dessas células, que não são renováveis, e prevenindo doenças cerebrais degenerativas.Com todas essas vantagens, a magnetoterapia é tanto curativa quanto preventiva e, por ser um tratamento energético natural, não tem contra-indicação, a não ser para portadores de implantes metálicos, marca passo, aparelhos auditivos ou em processo de hemodiálise.

 




Fonte:www.invelmag.com.br