|

Uma das mais utilizadas práticas de cura de
civilizações antigas, simples e eficiente, de fácil aplicação, convive
ainda hoje com a medicina ocidental em hospitais e centros médicos de todo
o mundo: a ventosaterapia. Trata-se do método de utilização de ventosas,
empregado — de acordo com a história da medicina — por quase todos os
médicos da Roma antiga e que considera a estimulação sensorial e
neurológica essencial para prevenir e curar vários problemas de saúde.
Assim como a acupuntura, a ventosaterapia também parte do princípio do
equilíbrio de energias dos meridianos, ou seja, trabalha identificando
pontos de desequilíbrio no organismo e desobstruindo os canais que levam a
energia vital até os órgãos necessitados. Na prática, estímulos externos
são realizados por uma espécie de vaso ou copo cônico de vidro ou de
metal, aplicado sobre a pele e no interior do qual se rarefaz o ar com
estopa queimada ou por outros processos a fim de determinar uma aspiração
que produza uma revulsão (irritação local) na parte doente do corpo a que
se aplica.
Nesse processo, a partir de um estímulo externo provocado pelas ventosas,
as células percebem que algo está errado e se agrupam para socorrer os
tecidos da região em tratamento. Além disso, ao estimular o cérebro a
fabricar mais endorfina e serotonina, tem-se como conseqüência uma
sensação de bem-estar para o indivíduo. Num tempo distante, o uso de
ventosas conseguia aumentar as defesas naturais do corpo e prolongar a
vida mesmo em condições pouco favoráveis.
Fonte: www.midiamix.com.br
|